A perda de uma bolsa ou mochila pode significar um prejuízo alto e dor de cabeça prolongada quando se circula em ruas movimentadas ou durante uma viagem. Dentro dela costumam estar celular, documentos, cartões, óculos e outros itens essenciais, além do acesso a aplicativos bancários e dados pessoais que podem ser usados por criminosos.
Nesse cenário, cresce a procura pelo chamado seguro pessoal, chamado por alguns de “bolsa protegida”. A proposta é simples: diminuir o impacto financeiro quando ocorre um roubo ou um furto mais grave. Dependendo do contrato, o seguro pode indenizar o valor dos itens levados, ajudando a recompor parte do que foi perdido.
A proteção é mais comum entre pessoas que circulam por grandes cidades ou viajam com frequência. Mas é importante entender que as coberturas variam. Nem todo plano inclui os mesmos itens, e o valor da indenização depende do limite definido na apólice.
Em geral, o seguro pode cobrir celular, documentos, óculos, cosméticos e a própria bolsa em caso de roubo. Algumas opções também preveem reembolso para gastos feitos por criminosos após o roubo do celular, como transferências bancárias ou compras realizadas sob ameaça. Já equipamentos como notebook costumam exigir contratação específica.
Outro ponto que gera dúvida é o tipo de ocorrência. O seguro costuma cobrir roubo, quando há violência ou ameaça. Também pode valer em casos de furto qualificado, quando existem sinais de arrombamento. No entanto, no furto simples, quando o objeto desaparece sem vestígios, geralmente não há indenização.
Os planos são oferecidos por seguradoras, bancos e plataformas financeiras e costumam ter mensalidades acessíveis. O seguro não impede o crime nem elimina o transtorno, mas pode evitar que a perda financeira seja ainda maior. Antes de contratar, é fundamental ler o contrato com atenção e entender exatamente o que está incluído na cobertura.