fbpx

Trabalhe com a Gente

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro de Vida

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Residencial

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Empresarial

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Automóvel

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Pessoal

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

MF e Escola Nacional de Seguros divergem da Susep, mas apoiam DPVAT livre

A nova modelagem defendida pela Susep para o DPVAT na Comissão Especial…
24/04/2018

A nova modelagem defendida pela Susep para o DPVAT na Comissão Especial não tem a simpatia da Fundação Escola Nacional de Seguros, que teme risco da judicialização. Mas o presidente da Funenseg, Robert Bittar, não se opõe à abertura do mercado, desde que nos moldes alinhavados no projeto de lei que substitui o DPVAT pelo Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (SOAT), cuja autoria é do deputado federal e corretor de seguros Lucas Vergilio (SD-GO). O projeto tem apoio também da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). As atividades da Escola Nacional de Seguros são subsidiadas pelos proprietários de veículos de todo o País.

Já o Ministério da Fazenda (MF) não faz oposição ao livre mercado idealizado pela Susep, mas critica a pretensão de dar natureza pública ao fundo de garantia às coberturas do seguro, nas situações de acidentes de trânsito provocados por motoristas de veículos inadimplentes ou não identificados. Júlio César Pinto e Priscila Grecov, do MF, creem que o fundo público tiraria o incentivo à busca pela indenização no âmbito privado, por parte das vítimas de acidentes de trânsito. Além disso, eles entendem que os recursos do fundo devem ser arrecadados dentro do sistema de seguros, e não por meio de impostos, de forma a impedir eventuais contingenciamentos.

Categorias: Notícias
© Gente Seguradora - 2019 - Todos os direitos reservados