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Trânsito: OMS sugere limite de 50km/h para reduzir mortes

A velocidade excessiva ou inapropriada é responsável por uma em cada três mortes por acidentes de trânsito em todo o mundo. É o que sugere o novo relatório da Organização Mundial da Saúde…
30/05/2017

A velocidade excessiva ou inapropriada é responsável por uma em cada três mortes por acidentes de trânsito em todo o mundo. É o que sugere o novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), Managing Speed (Gerenciando a Velocidade, em tradução livre), recém-divulgado. O documento lembra que 1,25 milhão de pessoas morrem anualmente em vias de tráfego. Segundo levantamento, 40% a 50% dos motoristas ultrapassam os limites de velocidade impostos.

O organismo internacional alertou que apenas 47 países seguem boas práticas em relação a uma das principais medidas de gestão da velocidade, qual seja: a aplicação de um limite de velocidade urbana de 50 km/h ou menor. Restrição também deve permitir às autoridades locais reduzir ainda mais esse teto nas vias em torno de escolas, residências e empresas.

A OMS aponta que motoristas homens, jovens e sob influência de bebidas alcoólicas são mais propensos a estarem envolvidos em acidentes relacionados à velocidade. Incidentes no trânsito continuam a ser a principal causa de morte entre os jovens com idade de 15 a 29 anos.

Estimativas indicam que os prejuízos trazidos por essas fatalidades custam aos países entre 3% e 5% de seu Produto Interno Bruto (PIB), além de contribuírem para levar muitas famílias à pobreza.

“A velocidade é o cerne do problema mundial de acidentes no trânsito”, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, por ocasião da publicação do relatório. “Se os países abordassem apenas esse fator de risco fundamental, logo teriam estradas mais seguras, tanto em termos de vidas salvas quanto de aumentos no número de pessoas que se deslocam a pé e por bicicleta, com efeitos profundos e duradouros sobre a saúde.”

Dados da Seguradora Líder, revelados no documento Performance do Seguro DPVAT, mostram que o trânsito vitimou mais de 434 mil brasileiros em 2016, considerando apenas o número de pessoas indenizadas pelo seguro obrigatório nas coberturas de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares. Além disso, a companhia reportou mais de 755 mil casos de aviso de sinistro. Em valores, os sinistros pagos superaram a casa de R$ 3,6 bilhões no ano passado.

As taxas de mortalidade em acidentes de trânsito são quase três vezes menores na Europa do que na África. As nações que tiveram mais sucesso em reduzir drasticamente os números de mortes e lesões causadas pelo trânsito nas últimas décadas – entre eles, Holanda, Suécia e Reino Unido – são aqueles que abordaram a questão de forma abrangente.

De acordo com a OMS, países bem-sucedidos na redução do número de acidentes priorizaram a velocidade segura como um dos quatro componentes de suas estratégias, juntamente com a segurança das vias e dos veículos e com políticas para os usuários dessas rotas de circulação.

Nos países, prefeitos e outros líderes municipais têm contribuído fortemente para um movimento crescente – muitas vezes, instigado a nível local – de transformação das cidades em lugares mais habitáveis para todos. Ao reduzir a velocidade e melhorar a segurança, as pessoas se beneficiam das vantagens adicionais trazidas pelo aumento da caminhada e do ciclismo, além da redução da poluição sonora e do ar, ressalta a OMS. (Com Nações Unidas no Brasil).

Categorias: Notícias
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