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Sem descanso: 52 tentativas de fraude por dia no DPVAT

Estelionatários continuam a fraudar o seguro obrigatório DPVAT Brasil afora sem se intimidar, utilizando subterfúgios diversos para lucrar fraudulentamente. Sem trégua. E, não raro, eles complicam a vida de pessoas humildes inocentes…
28/11/2017

Estelionatários continuam a fraudar o seguro obrigatório DPVAT Brasil afora sem se intimidar, utilizando subterfúgios diversos para lucrar fraudulentamente. Sem trégua. E, não raro, eles complicam a vida de pessoas humildes inocentes, quando elas não são ludibriadas por vigaristas que ficam à espreita em portas de hospitais, prontos para espoliar a indenização do seguro daquelas que são vítimas de acidentes de trânsito.

Só este ano, até setembro, os estelionatários agiram mais de 14 mil vezes contra o DPVAT, exatas 14.118 vezes. Este número refere-se apenas aos casos que a Seguradora Líder conseguiu desmascarar. E indica que mensalmente o DPVAT sofre 1.569 ataques de pessoas ou quadrilhas de criminosos, na busca fraudulenta pela indenização do seguro. São 52 tentativas por dia, mais de duas a cada hora.

Dias atrás à Globonews, o presidente-executivo da Seguradora Líder, Ismar Tôrres, relatou como esses criminosos agem para burlar o DPVAT. Geralmente apresentando documentos falsos: boletins de ocorrências policiais, laudos médicos, boletins de atendimento médico, notas fiscais, entre outros. “[Há] também falsidade ideológica em relação a pessoas, via carteiras de identidade e de motoristas fraudados”, afirmou Ismar à reportagem da TV.

Pelos dados da Seguradora Líder, é fato que os golpes contra o DPVAT têm se intensificado e se multiplicado pelo Brasil nos últimos anos: de 2014 a 2016, a cifra das fraudes descobertas pulou de R$ 56 milhões para R$ 120 milhões. O valor mais do que dobrou no período: 114 a mais.

Neste 2017, a situação mostra-se ainda mais grave, com estelionatários agindo ativa e incansavelmente, como revelam dados da Líder. À Câmara dos Deputados, onde há iniciativas pró-investigações das fraudes, Ismar Tôrres relatou que só com pedidos de indenizações indeferidos, de teor comprovadamente fraudulento, a empresa deixou de pagar R$ 178,9 milhões, entre janeiro e setembro. Já a malha fina das análises técnicas rechaçou pedidos de indenizações que implicariam em desembolsos de outros R$ 165,4 milhões. Sangria ainda maior – de R$ 397 milhões –, foi estancada no Judiciário, em causas de ações julgadas no mérito favoráveis à Líder. Segundo ele, eram processos cujos valores, se pagos, entrariam para as estatísticas de fraudes.

A narrativa de Ismar Tôrres ao Parlamento aponta que o dinheiro das indenizações indevidas não pagas nos primeiros nove meses do ano, no total de R$ 741,3 milhões, já correspondeu a 96,2% dos R$ 770,5 milhões que deixaram de ser pagos, pelas mesmas razões, ao longo de todo o ano de 2016.

À Globonews, o executivo adiantou que três estados concentram a metade das tentativas de golpes em 2017: Ceará, com 2.253 pedidos de indenizações barradas. Minas Gerais, com 2.233 casos, e Roraima, com 993 registros, completam o pódio das farsas desvendadas.

“É uma lástima. A gente precisa combater isso aí”, desabafou Tôrres à reportagem. E prosseguiu: “Esses agentes fraudadores corrompem autoridades públicas, policiais, boletins de ocorrência e médicos, que também envolvidos têm consciência da fraude. Temos aqui, por exemplo, caso de um fraudador contumaz que chegou a apresentar 15 mil laudos de um único fisioterapeuta. É uma coisa absurda”, lamentou.

Segundo ele, um fisioterapeuta demandaria anos de trabalho para emitir 15 mil laudos. “Mas esse tipo de fraude é comum. E, infelizmente, também há envolvimento de pessoas do Judiciário”, denunciou Ismar Tôrres à Globonews.

Categorias: Notícias
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