Cotação Seguro de Vida

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Residencial

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Empresarial

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Automóvel

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Cotação Seguro Pessoal

Olá, sou o gentil, quero conhecer um pouco de você.

É rápido, basta preencher os dados abaixo e selecionar a forma de atendimento.

Open Insurance vai começar em 15 de dezembro, diz Susep

Como no Open Banking, implementação será em fases. Na primeira, entra compartilhamento de dados públicos de empresas sobre produtos e canais de atendimentos
23/07/2021

Dia 15 de dezembro deste ano marcará a estreia do Open Insurance no Brasil, segundo resolução (CNSP nº 415/2021) e circular (635/2021) publicadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) no Diário Oficial da União desta quarta-feira (21).

Os documentos detalham as diretrizes para implementação do Sistema de Seguros Aberto – ou Open Insurance. As normas, segundo a Susep, estabelecem condições para permitir que o consumidor acesse e compartilhe seus dados com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente – e quando desejar. “Os dados poderão ser utilizados, para desenvolver novos produtos e serviços que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores de seguros, previdência e capitalização”, diz nota do órgão.

A previsão é de que, assim como o Open Banking, o Open Insurance seja implementado em fases e de forma paulatina, “visando uma melhor organização e previsibilidade do setor”. A primeira fase, a partir de 15 de dezembro de 2021, contemplará o compartilhamento de dados públicos das empresas referentes a produtos e canais de atendimentos. Na segunda fase, prevista para começar em 1º de setembro de 2022, os clientes poderão compartilhar seus dados pessoais. Já a terceira fase, que prevê a execução de serviços por meio do ecossistema, terá início em 1º de dezembro de 2022, praticamente um ano após a largada da primeira fase.

“O seguro possui uma característica ímpar na proteção e no amparo financeiro a pessoas em momentos de fragilidade ou em um evento que possa colocá-las em dificuldade financeira. Para que possa ser cumprida essa finalidade, faz-se necessário que produtos de seguro alcancem a grande massa da população de forma simples, transparente e, acima de tudo, a preços compatíveis”, diz Solange Vieira, superintendente da Susep.

Com as diretrizes publicadas hoje, o órgão afirma que pretende assegurar o desenvolvimento do setor, garantindo segurança e controle no acesso aos dados do consumidor, ao mesmo tempo em que amplia a interoperabilidade no mercado de seguros, a oferta de produtos e a inovação.

A expectativa é de que o novo modelo traga facilidades aos consumidores – dentre as quais se destaca a possibilidade de consolidação da vida financeira, incluindo seguros, previdência ou capitalização, facilitando a organização e o planejamento. Outra funcionalidade, segundo a Susep, é a possibilidade de acesso automatizado e consolidado a canais e redes de atendimento relacionadas aos produtos, aos provedores de serviços e às empresas vendedoras, “incrementando o conhecimento de consumidores a respeito do instrumento seguro, ampliando a percepção sobre vantagens e oportunidades advindas da missão que desempenha”.

Segundo Eduardo Fraga, diretor da Susep, também será possível fazer ofertas personalizadas segundo o perfil do consumidor, no momento adequado e sob seu controle. “No momento de uma necessidade, na ocorrência de algum evento que o seguro se propõe a reparar, pode-se obter mais rapidez na resolução, inclusive com serviços que surpreendam positivamente o consumidor como, por exemplo, o pagamento de indenizações de forma mais ágil, até mesmo automática, diretamente em sua conta”, diz.

De acordo com a Susep, isso será possível por meio da integração de plataformas e infraestrutura de tecnologia. “O Open Insurance possibilita, junto com o Open Banking, a formação do chamado Open Finance”, diz a nota.

O Open Banking já previa em seu escopo produtos de seguros e previdência distribuídos pelo canal bancário. “Portanto, a regulamentação do Open Insurance no âmbito do setor de seguros é fundamental para que todas as seguradoras possam participar do Open Finance, permitindo, assim, que seus consumidores possam usufruir de todas as vantagens que estarão disponíveis com o ecossistema”, informa a Susep.

As informações sobre o tema podem ser encontradas em área do site da Susep dedicada ao Open Insurance, criada com o objetivo de facilitar o acompanhamento dos avanços da iniciativa. O endereço é openinsurance.susep.gov.br.

© Gente Seguradora - 2021 - Todos os direitos reservados
Phurshell
× Como posso te ajudar?