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Foto: Reprodução Fonte: Raimundo Couto I O Tempo

O seguro morreu mesmo de velho?

Fazer seguro ou correr os riscos, esta é uma pergunta que ainda não tem resposta
27/07/2022

“Oito em cada dez carros em Minas Gerais não são segurados”, estampava uma manchete recente revelando que o mercado de seguros no estado tem grande potencial para crescer. “Seguro de carro é como plano de saúde, sempre é bom ter, mas o melhor é não precisar usar”, observa cauteloso o empresário Roberto Flávio Carvalho, da Ultratech, que segura os carros da empresa e o seu particular, acreditando que mais vale prevenir do que remediar.

Risco

Mas nem todo mundo pensa da mesma forma. O médico que prefere ser identificado com a inicial L é proprietário de um reluzente modelo Mercedes-Benz, novo, e ao contrário do que se possa imaginar pelo alto valor do bem, o bólido não têm seguro.

Histórico

“Não tenho e nunca tive costume de fazer seguro dos meus carros, vou pelo histórico de envolvimento em algum sinistro, como é baixo ou quase nulo, entendo que o risco seja pequeno e por isto minha opção e seguir assim”, confessa convicto que escolheu a melhor opção.

Resguardar o investimento

O corretor William Moura, da Rizzo e Silva, estabelecido há anos no mercado segurador, observa que dentre sua carteira de clientes a maioria esmagadora é composta de automóveis de entrada. “Este consumidor quer preservar seu investimento, feito com dificuldade, e prefere investir mais um pouco e sair da concessionária com a garantia que seu precioso carro está 100% seguro”.

Experiência

Dentro do mesmo raciocínio, William revela que do outro da ponta os mais endinheirados são mais resistentes na contratação de serviço de seguro. “A experiência nos mostra que o consumidor de maior poder aquisitivo prefere correr o risco de assumir o valor de um conserto e acredita que por ser seu automóvel um produto de pouco interesse para o mercado repositor de peças, não vale a pena arcar com os custos do seguro”.

40 anos

“Sempre respeitei as opiniões das pessoas em relação a fazer seguro ou bancar o risco”, diz Marcos Ribeiro, que atuou no ramo por quase 40 anos e tem larga vivência no mercado segurador. “Mas desde que tenham recursos suficientes para arcar com eventuais prejuízos causados a terceiros”, completa Ribeiro. Segundo ele, uma coisa é a pessoa bater o carro e não ter dinheiro para o conserto. Outra é bater em outro carro e não ter como indenizar este terceiro. E isto fica ainda pior quando há vítimas, conclui.

Segundo o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais (Sindiseg), em torno de 29% da frota brasileira está segurada no país. Em Minas, o total chega à casa dos 20%.

Sorte

Na verdade, muitas pessoas preferem contar com a sorte. Acreditam que seguro é gasto não seja investimento em segurança. Argumento baseado em mercados como o dos Estados Unidos, onde a frota circulante tem quase a totalidade segurada, cai por terra quando são cotejados os valores do seguro cobrados lá e cá. A começar pelo índice de roubos de veículos no Continente Americano, próximo do zero, enquanto no Brasil os números seguem em crescimento vertiginoso.

Fraudes

Outra peculiaridade que incide sobre o custo do serviço está na quantidade de fraude que as seguradoras precisam enfrentar e acabam repassando o custo e onerando o valor final que poderia ser menor não fosse a aplicação da nefasta “Lei de Gerson”, onde o que interessa é levar vantagem. O assunto polêmico com opiniões divergentes nos fará voltar ao tema.

 

* Raimundo Couto é jornalista especializado no setor automotivo

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