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No Rio, 59% das internações decorrem de acidentes de trânsito

Só no primeiro semestre, em apenas quatro grandes hospitais da rede estadual fluminense – Adão Pereira Nunes…
02/01/2018

Só no primeiro semestre, em apenas quatro grandes hospitais da rede estadual fluminense – Adão Pereira Nunes, Getúlio Vargas, Azevedo Lima e Carlos Chagas – foram atendidas 5.772 vítimas de acidentes de trânsito. Ou seja, foram cerca de 31 pessoas por dia. Esses números correspondem a 59% de todas as internações feitas por essas instituições nesse período. As informações são da Secretaria estadual de Saúde, relevadas pelo O Globo.

Segundo a reportagem, o secretário de saúde do Rio de Janeiro, Luís Antônio Teixeira Jr., classificou os acidentes de trânsito de “epidemia”, causada especialmente pelos motoqueiros, conforme anunciou no Fórum Trânsito do Futuro.

“O que existe é uma epidemia global de acidentes de trânsito. A cada dia morrem três mil pessoas no mundo nesta situação. Isso equivale a dez aviões caindo diariamente”, afirmou o secretário, usando dados da Organização Mundial de Saúde: “O principal vilão da população brasileira é a motocicleta. O crescimento desse número de vítimas é quase exponencial. Só no Adão Pereira Nunes [no município de Duque de Caxias], entre dez acidentados que chegam na emergência, sete foram de moto”, disse.

Em 2015, colisões com moto representaram 63,5% do total de casos que tiveram feridos enviados para o Adão Pereira. Em 2016, foram 64,9%, e no primeiro semestre de 2017 esse número ficou em 71,7%.

Para o secretário Luís Antônio Teixeira, entre as causas desse tido de acidente está a falta de uso do capacete. Segundo ele, isso é mais comum acontecer entre condutores da Zona Oeste. O secretário falou ainda sobre o impacto no funcionamento das instituições e também financeiro, segundo O Globo:

“Esse tipo de acidente reflete diretamente na rede de saúde, pois gera um alto volume nas internações na CTI, mortes e sequelas definitivas. Os efeitos são sentidos principalmente nos hospitais da região, que têm as emergências lotadas. Além disso, o campo econômico também sente os impactos. A previdência é acionada, porque as pessoas ficam em recuperação por longos períodos e as famílias são prejudicadas, porque muitas vezes são os provedores da casa que se acidentam.”

Para driblar as consequências trágicas dos acidentes de moto, o secretário de saúde propõe a implementação de um leitor de QR Code nas motos, para funcionar como chave. O motorista teria que posicionar o capacete de frente para o leitor e só então o veículo seria ligado.

Categorias: Notícias
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