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Líder é contra propostas de fiscalização pela Câmara Federal

Em ofício à Comissão de Defesa do Consumidor e à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, a Seguradora Líder…
21/11/2017

Em ofício à Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) e à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), a Seguradora Líder se manifestou contrária à iniciativa da Câmara Federal de fiscalizá-la, auxiliada pelo Tribunal de Contas de União, como pretensão dos textos originais de duas Propostas de Fiscalização e Controle (PFCs) aprovadas em ambas as comissões. O motivo alegado é a “impropriedade jurídica”, por tratar-se de uma empresa privada.

Embora tenha questionado a legalidade da pretensão do Legislativo, a companhia se diz comprometida com a “transparência” e “pronta para prestar contas sobre a gestão do seguro DPVAT”.

“Entendemos que uma PFC não é o melhor caminho para promovermos essa cooperação e intercâmbio de informações, tendo em conta que a Seguradora Líder é uma empresa 100% privada, que administra recursos 100% privados, como asseverou o próprio TCU”, justifica o presidente da empresa, José Ismar Tôrres, conforme relatado na newsletter Líder Informa, 5ª edição.

O executivo sustenta, no entanto, que a razão dos ofícios é garantir, não obstante a impossibilidade jurídica de uma PFC diretamente sobre a companhia, que as comissões da Câmara podem contar sempre com ela para obter quaisquer informações, dados, explicações, estudos e números sobre a gestão desse seguro social.

Ainda segundo Ismar Tôrres, os autores da PFCs utilizam como argumento da iniciativa apurar supostas fraudes e irregularidades cometidas contra o DPVAT. Ele julga importante reforçar, no entanto, que os números hoje demonstram o aprimoramento da malha fina de controles da Seguradora Líder.

E revela: só com indenizações indevidas não pagas por fraudes comprovadas foram R$ 178,9 milhões, entre janeiro e setembro deste ano. Outros 165,4 milhões foram negados em decorrência de análise técnica e uma sangria da ordem de R$ 397 milhões foi evitada através de ações judiciais ganhas (com julgamento do mérito), cujos pagamentos, se efetivados, entrariam para as estatísticas de fraudes. No período, foram identificadas 14.118 tentativas de fraude contra o seguro DPVAT.

“Para que se tenha uma ideia do que isso representa, vale dizer que os valores indevidos não pagos nos primeiros nove meses do ano, que somados vão a R$ 741,3 milhões, já correspondem a 96,2% do que deixou de ser pago, pelas mesmas razões, ao longo de todo o ano de 2016 (R$ 770,5 milhões)”, conclui Ismar Tôrres.

Categorias: Notícias
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