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‘Gestão e decisões da Seguradora Líder têm que ser democráticas’

“Fico surpreso”, diz o corretor de seguros Geronimo Soares Ferreira, da 3GR Corretora de Seguros, ao ver que os rumos do DPVAT…
17/04/2018

“Fico surpreso”, diz o corretor de seguros Geronimo Soares Ferreira, da 3GR Corretora de Seguros, ao ver que os rumos do seguro DPVAT estão preponderantemente concentrados em mãos dos grandes grupos financeiros, estabelecendo uma espécie de divisão entre os que mandam e os que devem obedecer. Para ele, não há dúvida de que “a gestão da Seguradora Líder tem que ser democrática”. “E não só a gestão, mas em todas as esferas de decisão”, opina, lembrando que não tem mais cabimento atitudes autoritárias como se ainda houvesse ditadura.

Na avaliação de Geronimo Ferreira, os diretores da Seguradora Líder têm que entender que são funcionários do Consórcio DPVAT, não podem se investir de poderes acima disso. Por exemplo, segundo ele, se irregularidades foram cometidas, que se investigue, apure e, comprovadas, que haja punição. “Independentemente dos ilícitos, deve haver democracia. O Conselho de Administração toma uma decisão, não pode um gestor demover o deliberado ou não cumpri-lo”, comenta.

Especialista em DPVAT, seguro com o qual trabalha desde 1997, inclusive como regulador de sinistro, Geronimo concorda com as seguradoras que brigam por mais espaço no círculo de decisão na Líder. “Claro, que deve”, aponta, referindo-se ao grupo de seguradoras que quer estabelecer um equilíbrio de forças no Conselho de Administração, entre os grandes grupos financeiros e os demais acionistas, em especial os que de fato operam o DPVAT. “Quem está investindo no balcão e cria capilaridade são essas companhias”, destaca. Ele acredita que com o tempo os grandes grupos vão reconhecer esse pleito das seguradoras independentes.

Geronimo Ferreira, que faz parte do programa Corretor Parceiro, da Seguradora Líder, conta que anos atrás, quando a gestão do DPVAT era tocada pela Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg), os agentes do sistema, em particular quem estava na ponta do processo, eram chamados para reuniões, participavam das decisões operacionais do seguro. “Trabalhei como regulador de sinistro. A gente estava no chão da fábrica, passava informações”, lembra. Com a criação da Seguradora Líder, segundo ele, houve um afastamento, um distanciamento, sobre o qual diz desconhecer os motivos. “A atual gestão da Líder – relata – dá sinais de que reconhece a nossa importância, com chamamento para reunião, uma aproximação que me parece está sendo retomada. Não sei até onde, no que vai dar”.

Sem entrar na questão sobre se houve um descuido dos administradores da Líder em relação às práticas de controles internos e compliance, para detectar fraudes, Geronimo considera que foi um “grande erro” excluir do processo o regulador de sinistros. “Era uma barreira, ele fazia uma análise aprofundada dos processos de sinistro e essa blindagem acabou, perdeu-se. Com ele, havia alta performance, comprometimento e o erro pagava-se descontado no honorário. Os casos de fraudes, ocorridos em uma ou outra reguladora, devem ter punição. Mas as falhas acontecidas jamais poderiam ter sido generalizadas”, pondera Geronimo Ferreira.

Categorias: Notícias
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