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Estudo do Cpes mostra que Lei Seca reduz violência no trânsito

Cálculos do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, da Fundação Escola Nacional de Seguros, apontam que se a Lei Seca não existisse a violência no trânsito teria abatido no asfalto mais cerca de 6 mil…
29/08/2017

Cálculos do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (Cpes), da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg), apontam que se a Lei Seca não existisse a violência no trânsito teria abatido no asfalto mais cerca de 6 mil brasileiros em 2016. As vidas salvas evitaram uma perda econômica adicional da ordem de R$ 10 bilhões. O valor corresponde ao que deixaria de ser gerado pelo trabalho das vítimas fatais de acidentes.

O estudo do Cpes foi lançado dias atrás sob o título ´O impacto da Lei Seca nas perdas de vidas e produção`, cujos resultados foram apresentados no 15º Rio de Transportes, evento organizado no último dia 16 de agosto pelo Coppe, o instituto de pesquisa e pós-graduação em engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Se não fosse a Lei Seca, a violência no trânsito teria produzido um impacto econômico muito maior”, disse o diretor do Cpes, Claudio Contador, ao expor as conclusões da pesquisa no evento, ao lado de Natália Oliveira, coordenadora da instituição.

Implementada em 2008, a Lei Seca sofreu alterações mais adiante (Lei 12.760/2012), que tornaram as punições mais rigorosas. Para diretor do Cpes, as políticas públicas e a fiscalização têm grande impacto na redução de acidentes. “Prova disso é que a Lei Seca já evitou 15,8 mil mortes. Está comprovado que a punição mais severa tem impacto maior”, comentou Claudio Contador, conforme relatado no boletim informativo ´Acontece`, da Funenseg, de 18 de agosto.

Para Natália Oliveira, ainda conforme informou a newsletter da Funenseg, o maior problema do trânsito brasileiro é a falta de fiscalização. No evento, ela afirmou que a transgressão das leis afeta todas as classes sociais e que o cumprimento de regras só funciona mediante punições. “Trata-se de uma questão de exemplos, de cidadania. As pessoas não têm medo de morrer, mas têm medo de pagar”, ressaltou a especialista.

Categorias: Notícias
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