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Em busca de mercado, seguro aposta na tecnologia

Plano é aumentar o número de clientes em 20% até 2030
04/07/2024

O mercado de seguros vê a adoção de tecnologias como fundamental para ampliar a sua presença do Brasil. Hoje, apenas 20% da população tem algum tipo de seguro. A meta estipulada no Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, publicado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), prevê passar dos atuais 6,4% de representação do Produto Interno Bruto (PIB) para 10%, alcançando R$ 1,13 trilhão em arrecadação e ampliando em 20% a parcela da população atendida, até 2030

De acordo com executivos do setor, basicamente, cinco fatores impulsionam mudanças significativas das seguradoras: transformação digital, mudanças de hábito de consumo, novas regulamentações, riscos emergentes e concorrência. A adoção de tecnologias avançadas, como inteligência artificial, aprendizado de máquina e big data, revoluciona a forma como as companhias operam, sejam elas ligadas a bancos ou independentes. Isso inclui desde a automação de processos até a personalização de produtos e serviços.

Mas apenas a adoção de novas tecnologias não basta. “Nossa pesquisa realizada no ano passado revela que 95% de executivos de seguros concordam que implementar tecnologia com um toque mais humano ajudará a expandir as oportunidades que se apresentam ao setor de seguros. Cerca de 31% dos consumidores globais afirmaram frustração porque a tecnologia não consegue entendê-los com precisão”, afirma Rafael Motinelli, diretor da Accenture Brasil.

José Loureiro, diretor de inovação do grupo Bradesco Seguros, concorda: “Seguros são pensados por pessoas e para pessoas. É necessária uma combinação de inovação tecnológica, parcerias estratégicas e foco total nas relações com o consumidor e com o corretor de seguros”.

O comportamento dos consumidores pressiona as seguradoras a priorizarem as necessidades dos clientes. Nesse sentido, a Mapfre simplificou a comunicação e oferta de produtos de acordo com o cenário de riscos. “Já temos 80% dos produtos com APIs, prontos para serem plugados em qualquer canal de distribuição, com ganhos para os consumidores que estiverem dispostos a compartilhar dados. E eles estão. Na tragédia do Rio Grande do Sul, por exemplo, boa parte das apólices tinha cobertura de alagamento”, comenta o diretor geral de planejamento estratégico e transformação da companhia, Hugo Assis.

A entrada de novos competidores, incluindo fintechs e insurtechs, potencializou a competição no setor. Estar de mãos dadas com a simplicidade é a alma do negócio, segundo Dennis Portilho, COO da Chubb, que desenvolveu um portfólio de seguros em parceria com o Nubank para clientes do banco digital. “Todos [os seguros] podem ser contratados por meio do app, em fluxo 100% digital de forma personalizável e sem burocracia. Recentemente esse portfólio atingiu a marca de 2 milhões de apólices, resultado expressivo alcançado pouco mais de três anos após o lançamento do primeiro produto”, conta Portilho.

Riscos emergentes, como ciberataques, mudanças climáticas e pandemias, também desafiam as seguradoras a desenvolverem estratégias de mitigação e produtos de seguro. O BTG Pactual, que tem o seguro garantia e a previdência privada como líderes de venda, busca a diversificação, conta o diretor executivo Luiz Rodrigues. “Não temos legado, o que nos ajuda a entregar experiências diferenciadas aos parceiros e clientes com agilidade”, afirma.

Um dos produtos em destaque é o seguro rural disponibilizado em duas plataformas dedicadas ao agronegócio: a Lavouro, distribuidora de insumos agrícolas da América Latina com ações listadas na Nasdaq, e a e-campo, plataforma de capacitação da Embrapa.

O Itaú Unibanco vem aprimorando a oferta de produtos próprios e de terceiros. Segundo o diretor de seguros do banco, Eduardo Domeque, houve avanços na agenda “beyond banking” – a oferta de serviços além dos financeiros – na análise de dados e nas plataformas tecnológicas. “Isso nos permite abordagens contextualizadas, tanto na oferta quanto no atendimento e uso dos produtos, garantindo escalabilidade e trazendo solidez para a nossa estratégia”, diz.

Uma das parceiras do Itaú é a MetLife, que também vende seguros no BTG, C6 Bank, Safra e XP. A previsão é investir cerca de R$ 40 milhões no segmento até o fim do ano, diz Marcelo Tomei, vice-presidente comercial da MetLife. “De 2022 para 2023, o volume de negócios gerados em players não tradicionais de seguros cresceu 50% em novos clientes”, afirma.

Todo este avanço tem sido impulsionado pelas novas regulamentações, que incluem o open finance – junção do open insurance e do open banking -, que ainda desafiam o setor de seguros. Segundo executivos do setor, as seguradoras, que relutaram no início a ideia de compartilhamento de dados, correm para se adaptarem às normas, com prazo final em 2025. A expectativa é alcançar cerca de 10 milhões autorizações de acesso a informações pessoais de clientes até o fim deste ano, enquanto o número de consentimentos ativos do open banking chega a 43 milhões.

Categorias: Seguros

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