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DPVAT: malfeitores defendem o monopólio para continuar roubando os brasileiros

As propostas de alterações para o DPVAT mostram que as vítimas de acidentes de trânsito são o que menos importam para aqueles que se beneficiam com a fraude…
24/07/2018

Após a divulgação do relatório final da Comissão Especial da Susep (Superintendência de Seguros Privados), com o objetivo de apresentar propostas de alterações para o DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres), ficou nítido que as vítimas de acidentes de trânsito são o que menos importam para aqueles que se beneficiam com os esquemas fraudulentos desse mecanismo. Por recomendação do TCU (Tribunal de Contas da União), as orientações da autarquia tinham o propósito de encerrar o ciclo vicioso de um modelo que estimula a ineficiência.

O término das discussões – que contou com a participação, na sua quase totalidade, de representantes do mesmo sistema que hoje detém o controle direto ou indireto do seguro DPVAT, nos leva a constatar que a mudança, da forma como foi proposta, é inviável, pois estamos falando de um mecanismo corrompido que procura manter privilégios em prejuízo da população.

Vivemos em um País que está nas mãos de grandes grupos financeiros e agentes criminosos, que agem em conluio com o objetivo de se perpetuarem no poder e manterem ganhos absurdos em cima dos menos privilegiados, que estão morrendo nas portas dos hospitais, por falta de assistência, ou vítimas de bala perdida. Desse modo, se valem de atividades monopolistas – e inconstitucionais – para continuar roubando os brasileiros. A falta de representatividade na Comissão e a participação de envolvidos, direta ou indiretamente, nas irregularidades do DPVAT são alguns dos elementos que compõem essa engrenagem.

Para o presidente da Gente Seguradora, Sergio Suslik Wais, os detentores do monopólio, representados pela Fenseg, Cnseg e Seguradora Líder, fazem uma colocação mentirosa ao alegarem que só haveria uma empresa supervisionada contrária ao monopólio e oligopólio, eivados de irregularidades e corrupção. “Outras empresas sequer foram consultadas e não fazem parte dessas entidades de classe, que se sobrepõem para continuar explorando o povo”, completa Wais. O empresário segurador defende que a primeira medida a ser tomada para o processo de alteração do DPVAT é o afastamento de todos os conselheiros, diretores e empresas envolvidas em fraudes, bem como a devolução do dinheiro desviado e a punição dos mesmos.

Wais explica que sem um direcionamento em prol dos segurados e beneficiários, os trâmites para a alteração do atual modelo continuarão estagnados e os crimes, acontecendo. “A população brasileira é quem paga pela permanência de um status quo que visa arrecadar recursos para defender os interesses de entidades que não representam o mercado segurador como um todo e agem como sanguessugas em nome de grandes grupos financeiros”, acrescenta.

“A saída para o seguro DPVAT é um sistema no qual imperem a livre iniciativa e a livre concorrência, como ocorre em todos os países democráticos e desenvolvidos, onde os segurados possam escolher corretores e seguradoras. Tenho a impressão de que as conclusões das investigações em andamento, e a assunção de um novo governo, levarão a esse caminho”, conclui o empresário segurador.

Categorias: Notícias
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