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Foto: Divulgação/Exame

Delação de Palocci revela crimes cometidos por seguradoras e dirigentes detentores do monopólio do Seguro DPVAT

Quando serão presos os criminosos e devolvido o dinheiro roubado?
08/10/2019

São BILHÕES e BILHÕES de recursos roubados principalmente dos mais humildes que continuam a morrer na porta dos hospitais por falta de recursos. Obras que ajudariam no desenvolvimento do país inacabadas e sem previsão de retomada por falta de verbas.
O país acompanhou a montagem de um esquema de corrupção que começou a vir à tona com a Operação Lava-Jato e a sociedade descobre que a nação foi vítima de um assalto.

A delação premiada do ex-ministro petista Antonio Palocci tem 86 páginas e 39 anexos e traz à tona nomes que sustentaram a corrupção nos últimos anos que ajudaram a fortalecer a concentração e o MONOPÓLIO do sistema financeiro. O documento foi publicado na íntegra na 6ª feira, dia 4 de outubro, pelo blog do jornalista Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo.

Leia a transcrição da sinopse do anexo 27 da delação de Palocci:

No ano de 2009/2010, ANTONIO PALOCCI, na qualidade de Deputado Federal, foi procurado pela então presidente da BRASIL SEGUROS, TARCISIO GODOY. No encontro, ANOTONIO PALOCCI foi informado que BRASIL SEGUROS possuía uma grande parceria com a PRUDENTIAL, uma empresa americana, mas que – devido a certos movimentos realizados por integrantes do PARTIDO DOS TRABALHADORES – essa parceria estava ameaçada e que, portanto, precisavam de um padrinho político que protegesse a parceria. Nesse contexto, visando angariar apadrinhamento político, TARCISIO GODOY convidou ANTONIO PALOCCI para dar palestras no BANCO DO BRASIL, o que foi aceito pelo então Deputado Federal. TARCÍSIO visava remunerar o Deputado pelas palestras, mas este realizou apenas uma e não efetuou cobrança por se tratar de órgão público. No entanto, o contramovimento de TARCISIO GODOY para manter a parceria entre a BRASIL SEGUROS e a PRUDENTIAL não foi desfeita e passou a ser realizada entre a BRASIL SEGUROS e a empresa MAPFRE.

Nesse contexto, ANTONIO PALOCCI foi informado que a troca de parceria envolvendo a BRASIL SEGUROS foi coordenada por GUIDO MANTEGA e por RICARDO BERZOINI, os quais possuíam ampla ingerência dentro do BANCO DO BRASIL. Para obter essa troca, a MAPFRE realizou o pagamento de vantagens indevidas ao PARTIDO DOS TRABALHADORES no exterior, valor este que foi depositado na conta aberta por JOESLEY BATISTA para alocar recursos ilícitos do PARTIDO DOS TRABALHADORES. Além disso, ANTONIO PALOCCI foi informado pelo próprio ANTONIO FRANCISCO LIMA NETO que a sua demissão da presidência do BANCO DO BRASIL ocorreu porque este não quis realizar a operação em questão e substituir a PRUDENTIAL pela MAPFRE na parceria com a BRASIL SEGUROS.

Ademais, é interessante consignar que entre os dias 18 e 20 de abril de 2017, após notícias da abertura de um procedimento de colaboração por parte de ANTONIO PALOCCI, foram detectadas operações atípicas envolvendo as negociações dos CRIs da BB MAPFRE. Nesses três dias, o volume de negociações representou 90% do total negociado desde dezembro de 2016. Outro fator interessante é que quem motivou essas transações atípicas foi o BTG PACTUAL que iniciou a venda em massa dos papéis que tinha em mãos referente ao BB MAPFRE. Provavelmente ANDRE ESTEVES, para ter adquirido tais papéis, foi informado por GUIDO MANTEGA que uma operação de troca de parceria envolvendo a BRASIL SEGUROS iria ocorrer. Dessa forma, com tal informação privilegiada, ele providenciou a compra dos papeis que passaram a ser vendidos após a notícia da colaboração de ANTONIO PALOCCI.

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É importante notar a participação da Brasil Seguros e Mapfre no consórcio do DPVAT, confirmando o beneficiamento de grandes grupos financeiros no sistema, cujos executivos ou ex-executivos vem dirigindo a Seguradora Líder por muito tempo.

Quando alguém com responsabilidade irá acabar com essa barbárie de crimes, roubos e impunidades e que, acima de tudo, serve de maus exemplos para os nossos filhos e netos?

Pense nisso!

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