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Polícia Civil do Mato Grosso prende suspeitos de fraudar DPVAT

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor da Polícia Judiciária Civil, cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra pai e filho, acusados de diversas fraudes contra o seguro DPVAT, conforme informa o site do governo do Estado…
18/07/2017

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) da Polícia Judiciária Civil, cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra pai e filho, acusados de diversas fraudes contra o seguro DPVAT, conforme informa o site do governo do Estado do Mato Grosso. Os suspeitos são Valtemir Gomes de Araújo, 48 anos, e seu filho, Valtemir Gomes de Araújo Filho, 27, presos na manhã de quarta-feira, 12 de junho, na cidade de Várzea Grande, durante a operação ‘Escamoteio’, deflagrada pela Decon com apoio de policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a reportagem, pai e filho são investigados em, pelo menos, 25 inquéritos policiais dos anos de 2013, 2014 e 2015, pela prática de crimes de estelionato, falsificação de documento público, falsificação de documento particular, falsidade ideológica e uso de documento falso.

A fraude contra o seguro DPVAT funcionava da seguinte forma, segundo relata o site do governo mato-grossense: os suspeitos abriam contas em bancos em nome de laranjas, ou então, pegava “emprestado” a conta corrente ou poupança de amigos para o recebimento do seguro, figurando como atos preparatórios dos golpes, a falsificação de documentos públicos e particulares inserindo neles: os nomes, dados pessoais e endereços (falsos) de terceiros e históricos clínicos, “firmados” por um pequeno número de médicos.

Conforme o delegado Antonio Carlos de Aráujo, na consumação do golpe, o valor do seguro, como era de se esperar, não era creditado em conta supostamente pertencente à pessoa que teve seus dados usados indevidamente, e sim, na conta corrente ou conta poupança das pessoas que “emprestaram” suas contas, cartões e senha à dupla de estelionatários, ou mais comumente, na conta de “laranjas”, entregavam a Valtemir e seu filho, procurações autorizando-os a abrirem, movimentarem e encerrarem essas contas de curta duração, em sua quase totalidade, em agências da Caixa Econômica Federal.

Os endereços de Valtemir Gomes de Araújo e de seus “laranjas”, constantes nas procurações, são os mesmos, na Rua Pernambuco, 405, bairro CPA II. No local nenhuma pessoa os conhece e já foram procurados por diversas vezes por equipes policiais. Para dificultar mais ainda o trabalho dos investigadores, Valtemir vinha usando cédula de identidade falsa, já devidamente comprovado pelo Instituto de Identificação Criminal de Mato Grosso.

“Foi, justamente, o que ocorreu nos fatos apurados nos inquéritos policiais nº 093/2014 e nº 010/2013, concluídos recentemente, onde Valtemir Gomes de Araújo e Valtemir Gomes de Araújo Filho foram indiciados criminalmente e nos inquéritos tiveram as prisões preventivas representadas e decretadas pelas 4ª e 6ª Varas Criminais de Cuiabá”, explicou o delegado Araújo.

A reportagem assinala que nas investigações foram utilizadas técnicas de análise criminal pela equipe do Núcleo de Inteligência da Regional e quebra de sigilo bancário, além do cumprimento de buscas domiciliares visando produzir mais provas para o inquérito. O prejuízo ao seguro DPVAT ainda está sendo levantado pelos analistas do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (Lab-LD).

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