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Tentativa de desviar R$ 4 bi e relatório da KPMG agitam o DPVAT

Segundo informações fidedignas, ocorrem sem o conhecimento do público e do próprio Mercado Segurador, três ações de suma importância. A primeira diz respeito a uma sobra de 4 bilhões de reais em reservas técnicas apontadas pela Susep…
27/03/2018

Segundo informações fidedignas, ocorrem sem o conhecimento do público e do próprio Mercado Segurador, três ações de suma importância.

A primeira diz respeito a uma sobra de 4 bilhões de reais em reservas técnicas apontadas pela Susep e que as Seguradoras detentoras do monopólio querem desviar antes da criação de um novo modelo de seguro, quando o correto seria devolver de imediato aos Segurados.

A segunda envolve o relatório da KPMG que a diretoria da Susep até o momento, já passados mais de seis meses, não enviou ao Tribunal de Contas da União, Policia Federal e Promotoria Pública.

Nesse relatório constariam o nome de seis deputados federais integrantes da CPI do DPVAT que teriam recebido valores da Seguradora Líder, bem como o nome de ex Diretores, ex Conselheiros e Seguradoras envolvidas na maior fraude já havida no Mercado Segurador Brasileiro.

Também constaria a contratação e o recebimento de valores desde a criação da Seguradora Líder, sem que tenha havido trabalho, de uma empresa de um ex Superintendente da Susep, que facilitou a criação da Seguradora Líder e do atual modelo vigente.

A terceira trata-se de um novo monitoramento da Polícia Federal. As mesmas fontes dizem que a instituição já teria rastreado o pagamento da compra de Medidas Provisórias – fala-se na MP nº 633 (vide PDF disponível abaixo), onde o deputado relator foi o mesmo que defendeu diretores da Seguradora Líder na CPI do DPVAT -, e atos que envolvem membros do Conselho Nacional de Seguros Privados.

Tem chamado a atenção das autoridades e do próprio Mercado Segurador o fato de um ex Presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder e ex Vice-Presidente do órgão de máximo de representação das grandes seguradoras não ter sido afastado ainda, apesar da instituição ter conhecimento do envolvimento desse dirigente nas irregularidades.

O referido senhor continua mandando mais do que o próprio presidente da organização representativa em função de ameaças de que, se algo acontecesse com o mesmo, entregariam todos os demais envolvidos.

Espera-se para breve as primeiras notícias da Operação Tempo de Despertar à nível Nacional.

Categorias: DPVAT, Notícias
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