Nossa história

GRAÇAS A DEUS, a Gente Seguradora nasceu da consistente experiência adquirida por seu fundador Sérgio Suslik Wais, ao longo dos anos. Um caminho árduo foi seguido com muita persistência, impulsionado pela permanente vontade de inovar, crescer, gerando trabalho e bem-estar social. O marco inicial deu-se em 12 de março de 1973 com a fundação do Gente Grupo Executivo de Seguros Ltda, que administrou durante 12 anos a Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Os desafios que se apresentam no cenário produtivo do País, onde o mercado segurador tem índices de participação insignificantes, levaram o empresário a constituir a GENTE SEGURADORA S.A., em 8 de abril de 1983. Solidamente estruturada e autorizada a funcionar pela Portaria Ministerial nº 215, de 28 de novembro de 1984, a empresa iniciou suas operações em 2 de janeiro de 1985, tornando-se hoje uma instituição de respeito no setor, contribuindo assim, para o desenvolvimento e aprimoramento do mercado segurador brasileiro.

Com sucursais nas principais cidades do país, a Companhia amplia cada vez mais suas atividades acompanhando, em ritmo dinâmico, a atualização das áreas técnicas e de serviço, contando hoje com moderno sistema de software, com operação on-line e em tempo real, integrando todos os setores da empresa.

Em 1988, implantou os primeiros Centros Integrados de Atendimento de Seguros do Brasil, com a instalação da Casa da Gente, em São Paulo e Porto Alegre. Através deste sistema de atendimento, são prestados serviços de plantão para a reposição de peças e acessórios roubados com atendimento rápido e personalizado.

Participando de forma destacada na comunidade onde atua, a GENTE SEGURADORA idealizou e doou à APAE a primeira creche para excepcionais do Brasil, a creche D. MIMI, com uma área construída de 300m², na Vila Nova, em Porto Alegre.

Nesse processo de contínuo crescimento, a GENTE SEGURADORA oferece a oportunidade de integração do profissional como “AGENTE DA GENTE”, num moderno centro de desenvolvimento de seguros. Uma organização de primeira linha, baseada nos princípios de qualidade de recursos humanos e de informação profissional permanente. Uma rede comercial de elite cuja finalidade é a promoção e assessoramento de seguros pessoais e de bens, assim como a prestação de serviços e assistência médica, através do Gente Clube de Vida promoções e Serviços Ltda.

Aperfeiçoando métodos de trabalho e objetivando o desenvolvimento e modernidade, focados na qualidade acima da quantidade de serviços prestados, o mercado tem à sua disposição uma organização disposta a conquistar cada vez mais o progresso da categoria que integra e valoriza a atividade de seguros no Brasil.

O desafio de crescer

A implantação do primeiro Centro Médico Integrado do Brasil é uma demonstração de que, a cada momento, buscamos fazer algo em vida pela vida. A GENTE é uma organização sempre atualizada com as novas tecnologias e métodos, oferecendo serviços com qualidade total e economia de escala. Nosso foco é o cliente, o ser humano e o cidadão.

Muitas vezes, ao olharmos para a GENTE SEGURADORA, percebemos a estruturação um tanto perigosa de uma grande família. É sabido o quanto a dinâmica familiar impõe riscos à dinâmica profissional. Não significa impossibilidade, mas sim dificuldade de entrosamento. Porém, é no esforço para superá-la que se produz conhecimento e aprendizagem.

Por esta razão, a GENTE SEGURADORA sempre teve “cara de desafio”, e como todo o desafio, assusta e apaixona.

Outra questão importante para se conhecer o funcionamento da GENTE, é que aqui “o que vale é ser sensível”, ter bom senso e saber aproveitar o momento.

De nada valerá um excelente currículo se não tivermos sensibilidade para interpretarmos o simples e entender o que acontece na nossa vida hoje.

Esse questionamento implica em estarmos abertos a reformulações. As dificuldades estão incluídas em tudo o que fazemos e cabe podermos entendê-las em primeiro lugar, para depois buscarmos superá-las.

Fica aqui o convite para pensarmos sobre o que fazemos, como fazemos, qual a contribuição e o papel que exercermos para o nosso próprio crescimento.

Onde estamos

É importante que tenhamos claro como se deu o processo inicial de criação da GENTE SEGURADORA, para que possamos entender o que se exige das pessoas que, com o decorrer do tempo, vão agregando-se à Companhia.

Certamente o que determina o sucesso das pessoas que por aqui passam é o desejo de cada um pelo seu crescimento profissional.

Assim como existem aqueles que passaram e deixaram suas contribuições, existem também os que se encontram hoje, esforçando-se de diferentes maneiras para viabilizarem seus projetos de vida por meio desta organização.

É importante que o projeto profissional de cada um possa se atrelar ao projeto GENTE SEGURADORA, por ter sido a conduta que se baseou o fundador.

Buscar sintonia entre a organização e o indivíduo é imprescindível. Somente assim pode-se supor a transformação e crescimento nas relações.

Administrando a Gente

Cada vez mais a sensibilidade, o saber ouvir e o poder de visualização têm sido objetivo de estudo dos administradores.

A análise fria e racional dos fatos conjuga-se ao equilíbrio, ao bom senso e a criatividade. Com essa introdução, convidamos todos a pensarem em como administram seus espaços de trabalho e, para aqueles com o cargo de chefia, seria interessante se pensassem em como oportunizam o descobrimento de líderes entre seus subordinados. Gostaríamos que pudessem pensar em como é ser administrador dentro da GENTE SEGURADORA.

Se para sermos bons administradores devemos fundamentalmente buscar o equilíbrio e a sensibilidade para o entendimento do que está por trás das questões, além de criarmos uma organização que produza metas e desafios individuais, certamente teremos a coerência de reconhecer o quanto estamos distantes de reunir todas as qualidades.

Acreditamos que o primeiro passo é visualizar nossas limitações para então podermos nos conhecer nas potencialidades e possibilidades do bem administrar.

Faz-se necessário refletirmos um pouco, buscando entender a GENTE como uma permanente construção, que só evolui quando cada um acredita no que está fazendo.

Ela só poderá crescer se seus integrantes se encontrarem em processos de avanço e realização profissional, do contrário, a GENTE tende-se a estagnar-se. Se isso ocorre, cabe a nós sermos éticos e sérios na decisão de crescer ou então optarmos por outras realidades empresariais.

A GENTE SEGURADORA é uma Empresa dinâmica, competitiva e precisa cada vez mais do trabalho e dedicação de todos os que conseguem visualizar aqui, possibilidades de crescimento e avanços profissionais.

Por isso, o momento é de decisão.

Aqueles que não conseguem ver aqui espaço para crescerem, nosso desejo é que o façam em outro local. E, para aqueles que se identificam com a GENTE, façam daqui seu espaço de vida, de conquista e de evolução, porque não entendemos trabalho desligado de prazer e transformação.

A todos, nosso desejo de mudanças para melhor. DECIDA!

Mensagem do Presidente

Pela sua importância, no espaço destinado ao Presidente, transcrevemos o Artigo "O Médico Comum e a Ética", escrito pelo Dr. Roberto Velloso Eifler, nosso credenciado nas Áreas de Ecografia e Radiologia.

Gostaria de receber a sua opinião pelo meu telefone celular: (51) 9918-3232.
Sérgio Suslik Wais - Presidente

O MÉDICO COMUM E A ÉTICA: Sou um brasileiro comum e, por isso, um médico comum. Sou anônimo, exceto para meus pacientes. Trabalho dez horas por dia e pago os meus impostos.

Como todo brasileiro, sonho que um dia as coisas vão melhorar, que haverá mais desenvolvimento, mais justiça, mais ética no trabalho e na política. No fundo, lá no fundo mesmo, nós, brasileiros comuns, somos otimistas. Por trás de nosso desencanto, de nosso ceticismo, se esconde a esperança secreta de que no fim, de algum jeito, o Brasil vai dar certo. Talvez por isso nos revoltamos tanto quando sabemos de ilicitudes praticadas por homens públicos, principalmente quando emolduradas pela petulância típica dos que acreditam que permanecerão impunes. Infelizmente esse tipo de coisa ainda é muito frequente em nosso país.

Pois eu, um brasileiro comum, o mais comum dos médicos, tomei conhecimento, através da imprensa, da incrível história do ex-deputado José Gerardo e de seu médico Heverton Menezes. Amplamente divulgada em jornais nacionais, envolvendo peripécias mirabolantes, narrava a tentativa do ex-deputado foragido de ludibriar a Polícia Federal, inclusive com a baixa em coma no Hospital de Brasília por determinação do Dr. Menezes. Comprovada a farsa, José Gerardo foi preso. Muito bem, pensei comigo, lendo o jornal, a justiça venceu. Pelo menos desta vez. Mas alguma coisa estava errada. Alguma coisa. Até que me dei conta: o Dr. Menezes! Tendo sido desmanchada uma farsa médica e o farsante preso, o avalista da farsa saía incólume, como se fosse apenas um instrumento, um títere do farsante, como se não tivesse cérebro nem consciência nem ética! Aquilo me revoltou por três razões. Primeiro, porque, se tudo fosse verdade, Menezes teria de ser punido. Segundo, pelo caráter instrumental que era dado ao ato médico, não só pelo farsante, como pela polícia e pela própria imprensa. Considerava-se natural médicos serem prescritos por advogados, dosados pela conveniência, como se tivessem bula em vez de moral. Terceiro, porque, devido a esse caráter instrumental aceito passivamente por todos, o Dr. Menezes nem seria julgado e poderia até ser inocente, apesar de comprometido de forma indelével pelo noticiário.

Movido pela indignação que esse fato público despertou em mim, fiz o que muitos brasileiros comuns fazem: escrevi um texto e mandei para um jornal de grande circulação no Rio Grande do Sul. Não tinha muita esperança de ser publicado porque, sendo eu um brasileiro comum, o mais comum dos médicos, não dispunha de renome, de cargo público ou presidência de entidade para almejar ser publicado em uma disputadíssima editoria de opinião. Mas o jornal aceitou o meu artigo. Possivelmente pela relevância pública do assunto. Tive a oportunidade, então, de avaliar o sentimento da classe médica pelas inúmeras mensagens de apoio que recebi, inclusive de colegas que não tenho o prazer de conhecer. E não só da classe médica: recebi o reconhecimento de muitas pessoas que, defendendo os médicos, execravam essa faceta disforme da profissão, essa relação incestuosa com o poder que rebaixava os valores da medicina. Eu me senti recompensado porque é isto que cabe a nós, pessoas comuns, nós, que formamos a opinião pública: manifestar-nos. A opinião pública pode ajudar a mudar o Brasil. Eu sou um milionésimo da opinião pública, mas minha fração milionésima de opinião pode contribuir para motivar positivamente muitas outras frações.

Qual não foi minha surpresa, portanto, quando fui denunciado por alto dirigente da classe médica gaúcha como infrator da ética médica. Como se reproduzir notícia de jornal e pedir que fatos públicos lamentáveis não se repetissem fosse antiético, só por envolver colega de profissão. Quer dizer, o jornal disse que o doutor agiu mal, mas eu dizer que o jornal disse que o doutor agiu mal é antiético. Triste classe médica cujos dirigentes assumem tal corporativismo tão pobre de alternativas! Frente a ato médico, público e notório, instrumentalizado pelo poder político, é vedado ao médico discuti-lo em público. Invoca-se o código de ética médica como se estivesse na intenção de seus nobres instituidores acobertar patifarias que são motivo de piadas da opinião pública. Acusa-se o médico comum de procurar os holofotes, enquanto médicos descomunais se comprazem em deslizar nas sombras. A força de um código está em seu valor moral. Não se deve utilizá-lo como alguns chicaneiros manuseiam a lei: para defender velhacos.

Envolvidos pelo jogo do poder, alguns médicos se esquecem de suas origens, de seus valores, do bom senso, do óbvio. Nós, médicos comuns, a imensa maioria dos médicos, que trabalhamos duro, que temos o respeito dos pacientes, que conservamos a capacidade de indignarmo-nos, queremos alertar que não estamos satisfeitos com o que estamos vendo. Nós, médicos comuns, achamos que o código de ética foi criado para defender o paciente e a medicina e não para calar-nos. Nós, médicos comuns, achamos que a ética deve valer para todos. Principalmente para aqueles atos que provocam reações de menosprezo e revolta na opinião pública.

Roberto Velloso Eifle

CREMERS 4752
Rua Fabrício Pilar, 346/302
Fone: (51) 3388-7443
E-mail: robertoeifler@portoweb.com.br

A voz do Presidente

Entrevista com o Sr. Sérgio Suslik Wais, Presidente do Sistema GENTE - TVCOM / RBS TV


 



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